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WHATSAPP ULTRAPASSA 2 MIL MILHÕES DE UTILIZADORES EM TODO O MUNDO

A aplicação WhatsApp, que foi comprada pelo Facebook em 2014, ultrapassou a barreira dos dois mil milhões de utilizadores em todo o mundo e quer continuar a apostar na segurança dos dados pessoais.
“Estamos felizes em partilhar que o WhatsApp tem mais de dois mil milhões de utilizadores”, avançou, em comunicado, a empresa.
No documento, o WhatsApp notou ainda que está ciente de que “quanto maior é a conexão [de utilizadores], maior é a necessidade de proteção” de dados.
A aplicação foi fundada em 2009 e, cinco anos depois, foi comprada pelo Facebook.
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FACEBOOK BLOQUEOU TRÊS CAMPANHAS DE MANIPULAÇÃO NAS REDES SOCIAIS

A empresa Facebook anunciou hoje que bloqueou três operações destinadas a manipular informação na sua rede social, incluindo uma associada aos serviços de inteligência russos.
A empresa tecnológica norte-americana prometeu fortalecer a luta contra tentativas de manipulação da sua rede social e tem excluído dezenas de contas, páginas e grupos, nas suas plataformas Facebook e Instagram, pelo seu conteúdo, mas especialmente pela forma como funcionam e se coordenam para manipular os utilizadores, alterando identidades e objetivos.
Uma das operações bloqueadas foi organizada a partir da Rússia, com 78 contas, 11 páginas e 29 grupos na rede social Facebook, para além de quatro contas no Instagram, estando direcionadas sobretudo para a Ucrânia e outros países vizinhos.
Algumas dessas contas apresentavam-se como pertencendo a jornalistas cidadãos e tentaram interagir com líderes de opinião, jornalistas e outras figuras da região”, explicou Nathaniel Gleicher, gestor de segurança do Facebook, numa entrada do blogue da empresa.
De acordo com a investigação do Facebook, a operação foi orquestrada por especialistas ligados aos serviços de inteligência do Governo russo.
“Estamos a trabalhar constantemente para detetar e terminar este tipo de atividade, porque não queremos que os nossos serviços sejam usados para manipular pessoas”, disse o gestor de segurança cibernética da empresa.
“Estamos a evoluir na eliminação deste tipo de abusos, mas, como dissemos antes, é um desafio contínuo”, acrescentou Gleicher.
A segunda operação foi organizada a partir do Irão e estava centrada nos Estados Unidos, com seis contas no Facebook e cinco no Instagram.
Estas contas partilhavam artigos sobre notícias políticas e de geopolítica, incluindo temas como as eleições presidenciais nos Estados Unidos, cristianismo, relações irano-americanas ou política de imigração dos EUA.
A terceira rede tinha base no Vietname e na Birmânia, tendo como alvo a população birmanesa, com 13 contas e 10 páginas no Facebook.
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MULHER QUEIXA-SE DE TER SIDO EXPULSA DO TINDER POR SER “DEMASIADO ATRAENTE”

Holly Valentine, de 26 anos, garante ter sido expulsa da rede social Tinder por ser “demasiado atraente”. Holly revela ainda que os homens achavam que ela não era a mulher que aparecia nas fotografias, de acordo com o Correio da Manhã.
A modelo, oriunda de Los Angeles, inscreveu-se no Tinder porque viaja com grande frequência e gosta de conhecer pessoas de todo o mundo, revela a mesma fonte, que cita o Mirror.
A mulher revelou ainda que as fotos que publicou na sua conta não eram provocadoras porque quando é “tímida” no que toca ao namoro.

Holly alega ter recebido mensagens a dizer que a sua conta era falsa e que quando tentou aceder à mesma pela segunda vez, esta já não funcionava porque havia sido bloqueada.

PARTIDO DA OPOSIÇÃO OBRIGA PRESIDENTE SUL-AFRICANO A ADIAR DISCURSO À NAÇÃO

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, foi hoje obrigado a adiar o seu discurso à nação no parlamento pelo partido EFF (esquerda radical), chefiado pelo antigo líder da Juventude do ANC, partido no poder.
Numa aparente ação de boicote aos trabalhos parlamentares, o partido EFF (Economic Freedom Fighters, em inglês), de esquerda radical, começou por se mostrar contra a presença do ex-Presidente sul-africano e Prémio Nobel da Paz, FW de Klerk, que iniciou o processo de transição democrática em 1994.
O líder do EFF, Julius Malema, insistiu, perante a impaciência da presidente da Assembleia Nacional, Thandi Modise, ex-comandante da ala armada do Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), que era “um erro do parlamento convidar um assassino como De Klerk”.
Malema exigiu que De Klerk deixasse a sala antes de o Presidente da República, Cyril Ramaphosa, proferir o seu discurso à nação.
“É um insulto para aqueles que morreram e foram torturados em Boipatong, pedimos a De Klerk que saia desta casa”, reiterou o líder de esquerda radical.
Depois de Malema, foi a vez de deputados do EFF – terceira força política – interromperem insistentemente os procedimentos do parlamento, exigindo depois que o ministro das Empresas Públicas, Pravin Gordhan, fosse demitido do cargo.
Uma hora depois da agitação provocada pelo EFF, a presidente da Assembleia da República suspendeu os procedimentos na Assembleia da República, na Cidade do Cabo.
“Isto demonstra o nível a que desceu este país em termos de civismo e lei e ordem”, referiu um comentador do canal de televisão sul-africano ENCA.
Ramaphosa, que deveria ter começado a discursar pelas 19:00 locais (menos duas horas em Lisboa), acabou por só começar a falar uma hora e 40 minutos depois, após terem sido retomados os trabalhos, por decisão da presidente da Assembleia, que ordenou aos deputados do EFF (44 lugares) que abandonassem o hemiciclo.
Seguiram-se 15 minutos de intervenções de vários partidos a exigir ação disciplinar do EFF, antes de o Presidente iniciar o discurso à nação.

SENADO DOS EUA LIMITA PODERES DE GUERRA DE TRUMP CONTRA O IRÃO

O Senado dos EUA aprovou hoje uma resolução para limitar o poder de Donald Trump para iniciar uma guerra contra o Irão, numa decisão que o Presidente deve contrariar com o seu poder de veto.

Oito senadores Republicanos tinham votado na quarta-feira a favor da abertura de debates sobre este tema, num gesto pouco comum num partido que se tem mostrado unido e fiel ao Presidente.

Hoje, esses oito senadores voltaram a juntar-se aos Democratas num voto bipartidário (55 contra 45) para aprovar a resolução que limita os poderes presidenciais para declarar guerra ao Irão, semanas depois de uma escalada de tensão com esse país do Médio Oriente.

A Câmara dos Representantes, dominada pelos Democratas, já tinha aprovado uma medida similar, em janeiro, mas na altura com uma forte oposição dos Republicanos.

“Se o Presidente tem e deve sempre ter a capacidade de defender os Estados Unidos contra um ataque iminente, o poder executivo deve parar por aí”, disse hoje o senador Democrata Tim Kaine, autor da resolução que hoje foi aprovada.

“Uma guerra ofensiva requer um debate e uma votação no Congresso, sendo esse o único poder para declarar guerra de acordo com a Constituição Americana”, acrescentou o senador.

O texto pede ao Presidente que não envolva as forças armadas em hostilidades contra o Irão, sem autorização explícita do Congresso para uma declaração de guerra ou sem uma autorização específica para o uso de força militar contra o Irão.

Mesmo que Donald Trump vete esta resolução, a adoção da resolução é vista como uma vitória para os Democratas, já que foi aprovada pelo Senado controlado pelo seu Partido Republicano, com uma confortável maioria de 53 contra 47.

O veto é um cenário provável, depois de Trump ter usado a sua conta pessoal da rede social Twitter, na quarta-feira, para alertar para os riscos da resolução hoje aprovada, dizendo que ela “enviaria um sinal muito mau” para a segurança dos Estados Unidos.

“Se as minhas mãos ficassem atadas, o Irão iria ficar muito feliz. (…) Os Democratas fazem isso apenas para envergonhar o Partido Republicano”, escreveu o Presidente.

Para o senador Republicano Marco Rubio, que votou vencido, esta resolução “enfraquece a dissuasão e aumenta o risco de guerra”.

“Nós não estamos a enviar uma mensagem de fraqueza, quando estamos a erguer as regras da lei num mundo que tem muita falta de regras”, respondeu o Democrata Tim Kaine.

A resolução foi escrita ainda em janeiro, na altura em que o clima de tensão com o Irão escalava, após um ataque aéreo norte-americano em Bagdad que matou o general Qassem Soleimani, alto comandante das forças de elite iranianas.

Quer os Democratas quer os Republicanos que se colocaram ao seu lado insistem em que a resolução não pretende atar as mãos de Donald Trump, mas apenas realçar as prerrogativas do Congresso em caso de declaração de guerra.

Contudo, Trump tem visto esta medida como uma afronta pessoal e, na quarta-feira, pediu aos Republicanos para rejeitarem a resolução.

Entretanto, a Casa Branca já avisou que Trump deverá usar o seu poder de veto, considerando que a resolução está “ferida por uma falsa premissa”, já que os Estados Unidos não estão envolvidos em nenhum tipo de conflito armado com o Irão.

Mas, mesmo no seu partido, o entendimento parece ser outro e, hoje, a senadora Republicana Susan Collins disse que a resolução é “muito necessária”, lembrando que na última década “o Congresso abdicou muitas vezes da sua responsabilidade constitucional de autorizar o uso sustentando da força militar”.

ANGOLA: MENINAS DE 12 ANOS PROSTITUEM-SE POR MENOS DE 40 CÊNTIMOS PARA NÃO MORRER À FOME

Crianças estão a recorrer à prostituição para sobreviver à fome em África, revela o Correio da Manhã.

Em Angola, raparigas de 12 anos estão a prostituir-se por menos de 40 cêntimos para poderem comprar comida para as respetivas famílias.

Em declarações à agência Reuters, Robert Bulten, diretor do Observatório Mundial para Emergências em Angola, afirmou que uma rapariga (entre os 12 e os 17 anos) pode obter cerca de 500 kwanzas, o que equivale a cerca de 93 cêntimos, por sexo, quantia que chega para comprar cerca de dois quilos de milho ou um quilo de feijão, revela a mesma fonte.Na perspetiva de Bulten, a crise em Angola também contribuiu para o aumento dos casos de rapto e casamento infantil, o que leva a que, para garantir a sobrevivência, as famílias casem as meninas em idades mais precoces, a fim de terem menos uma boca para alimentar. Porém, tal serve frequentemente para mantê-las fora da prostituição.Recorde-se que as regiões do sul deste continente estão a enfrentar uma das mais graves secas dos últimos 40 anos, sendo que o preço de alguns produtos básicos duplicou desde 2019.De acordo com as Nações Unidas, cerca de 45 milhões de pessoas estão a enfrentar uma crise de fome, numa “catástrofe silenciosa”, decorrente de factores como a seca constante, bem como as cheias generalizadas e a instabilidade económica.

Mulheres deveriam ter dois maridos, diz estudos

De acordo com um estudo científico que analisou uma população africana, ficou comprovado que a poligamia beneficia mais as mulheres do que os homens. 
Culturalmente, a sociedade adotou costumes que favorecem mais aos homens do que as mulheres. Por exemplo, nos países do leste onde é “normal” que um homem casar com várias mulheres, onde usa-se até o argumento religioso como justificativa para os tais costumes. Mas e se fosse o contrário?

Segundo o artigo chamado “Desvendando o sucesso de acasalar e testar os princípios de Bateman”, comandados por Monique Borgerhoff e Cody T. Ross, em uma população humana, as mulheres são bem mais beneficiadas da poligamia do que os homens, como era e ainda é costume ainda hoje como já mencionamos acima.

Os pesquisadores analisaram uma população africana durante algumas décadas e os resultados são bastante convincentes:

“Descobrimos que homens e mulheres tiveram mais filhos quanto mais tempo se casaram. No entanto, quando analisamos o número de parceiros de uma pessoa, o padrão era diferente. Homens com mais esposas tiveram menos filhos do que homens com menos esposas. E mulheres com mais maridos tiveram mais filhos do que mulheres com menos maridos ”, diz o artigo.

A partir da premissa de amantes em famílias numerosas, um conceito que se transformou nos últimos anos. O que é inegável é que nas populações africanas, onde o estudo foi realizado, tem sido bastante favorável, pois há uma maior fonte de renda para as mulheres, porque os homens lá são mais dedicados as práticas da caça, pesca e agricultura.

O estudo mostra ainda como a sociedade é machista e praticamente intocável e quando se fala sobre certos assuntos, principalmente se forem assuntos que beneficiem as mulheres. É difícil não existir um julgamento negativo ou contendo piadas se a mulher for independente e quiser ser poligâmica. Se um homem decide por esse “estilo de vida”, ele é muito mais bem aceito.

Ter mais de um homem ou parceiros (desde que todos concordem com esse tipo de relacionamento) pode lhe trazer, para qualquer pessoa, algumas alegrias, calma, bem-estar, assim como também não há nada de errado em quem prefere ficar solteiro (a). A questão é que deveríamos julgar menos e termos a liberdade, e não a censura de fazermos o que pudermos para sermos felizes.

Luanda Leaks: Bruxelas defende “tolerância zero” para dinheiro sujo na UE

Comissão Europeia aponta que existe um “problema de não aplicação das regras” de supervisão, e não de “falta de regras”.

A Comissão Europeia defendeu hoje “tolerância zero para dinheiro sujo” na União Europeia (UE), após revelações de esquemas financeiros da empresária angolana Isabel dos Santos, no caso ‘Luanda Leaks’, admitindo um “problema de não aplicação das regras” de supervisão.”A UE deverá ter tolerância zero para dinheiro sujo”, vincou a comissária europeia para a Igualdade, Helena Dalli, falando em nome do executivo comunitário num debate na sessão plenária do Parlamento Europeu, na cidade francesa de Estrasburgo.
Na primeira reação da Comissão Europeia ao assunto, Helena Dalli destacou que o caso ‘Luanda Leaks’ revelou “não um problema de falta de regras, mas relativamente à própria aplicação das regras”.
Ainda assim, de acordo com a responsável, a Comissão Europeia está “disposta a reforçar estes instrumentos” de combate ao branqueamento de capitais e à evasão e elisão fiscal e “não hesitará em propor alterações [legislativas] que apoiem” estes objetivos.
Vincando que este “não é um problema de um único país”, a comissária europeia referiu que “uma melhor associação das regras de combate ao branqueamento de capitais e uma melhor supervisão são fundamentais para melhorar a estabilidade do sistema financeiro” na UE, assim como para “garantir a sua integridade”.
Helena Dalli apontou ainda que “existem desigualdades de país para país” na aplicação destas leis, pelo que propôs a criação de um novo mecanismo de supervisão a nível europeu.
“É fundamental criar um novo organismo de supervisão para combater o branqueamento de capitais, não criando exatamente uma nova estrutura, mas adaptando alguma já existente e dando-lhe poderes, um âmbito de aplicação definido e boa governação”, precisou a comissária europeia.
O Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação revelou em 19 de janeiro mais de 715 mil ficheiros, sob o nome de ‘Luanda Leaks’, que detalham esquemas financeiros de Isabel dos Santos e do marido, Sindika Dokolo, que terão permitido retirar dinheiro do erário público angolano utilizando paraísos fiscais.
Isabel dos Santos foi constituída arguida pelo Ministério Público de Angola, mas já veio negar as acusações, dizendo-se vítima de um ataque político.
Ao nível da UE, as regras mais recentes de combate ao branqueamento de capitais e crimes fiscais, de 2018, vieram reforçar as obrigações de vigilância dos bancos, instituições financeiras, consultores fiscais, auditores, advogados, agentes mobiliários, entre outros, sobre as transações suspeitas dos seus clientes.
Estas leis comunitárias vieram também clarificar que as regras se aplicam às “pessoas politicamente expostas”, isto é, indivíduos que, pelo facto de exercerem ou terem exercido funções públicas importantes, podem representar um risco mais elevado de corrupção.
A Comissão Europeia instou hoje Portugal e sete outros Estados-membros a transporem efetivamente esta legislação europeia, apontando que “os recentes escândalos” tornam evidente a necessidade de regras rigorosas.
Previsto está agora que a Comissão Europeia apresente, no final de março, um novo plano de ação contra o branqueamento de capitais

Uísque e mel: Esta foi a receita utilizada por um britânico para vencer o coronavírus

Connor Reed, de 25 anos, recusou-se a tomar os antibióticos recomendados pelos médicos.

Chama-se Connor Reed, tem 25 anos e é professor de inglês em Wuhan. Reed foi o primeiro britânico a contrair o coronavírus e diz ter vencido a doença… sem antibióticos. 

O docente decidiu ‘medicar-se’ com um uísque quente e mel, em vez dos antibióticos que os médicos o aconselhavam a tomar. 
Connor, do País de Gales, foi diagnosticado com a doença há cerca de dois meses. Foi internado durante duas semanas na cidade chinesa após ter sentido dificuldades respiratórias acompanhadas por tosse forte, sintomas habituais do vírus.”Usei o inalador que ajudou a controlar a tosse e bebi um uísque quente com mel até que acabasse”, assumiu Reed acrescentando: “É um remédio antiquado, mas parecia funcionar”. 

“Recusei-me a tomar os antibióticos prescritos pelos médicos porque não queria tomar nenhum medicamento”, revelou ainda o paciente britânico. 

Connor, que vivia há três anos na China e em particular em Wuhan nos últimos seis meses, teve entretanto alta do Hospital Universitário de Wuhan.

O professor afirma ainda, em declarações ao The Sun, que foi sugerido que tomasse o seu lugar no voo onde seguiram os repatriados de vários países, mas não quis assumindo: “Eu sou a prova de que o coronavírus pode ser vencido”.